Os primeiros habitantes da terraA pré-história é o período anterior ao aparecimento da escrita, por volta do ano 4000 a.C..Seu estudo depende da análise de documentos não-escritos, como restos de armas, utensílios, pinturas, desenhos e ossos. O gênero HOMO apareceu entre 4 e 1 milhão de anos a .C.. Aceita-se três etapas na evolução do homem pré-histórico, entre os estudiosos. São elas:I - PALEOLÍTICO (idade da pedra lascada)a) Paleolítico inferior: 500.000 – 30.000 a.C.b) Paleolítico superior: 30.000 – 8.000 a.C.II - NEOLÍTICO (nova idade da pedra)8.000 – 5.000 a.C.III - IDADE DOS METAIS5.000 – 4.000 a.C.Esta divisão é evolucionista mas numerosos investigadores da história contestam tal visão. Afirmam que existe grande diversidade cultural entre os grupos humanos e que, diante de determinado problema, cada homem se organiza de um modo, o que resulta em culturas diferentes. Daí conclui-se que certos grupamentos humanos podem ter simplesmente acelerado um dos estágios ou ter saltado um deles.
Trata-se do mais antigo hominídeo que se conhece. Foi encontrado na África do Sul e os estudos revelaram que viveu entre 1 milhão e 600.000 a.C.. Apesar do crânio pequeno, possuía traços característicos dos hominídeos. Era bípede e postura mais ereta.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Estudo: como as primeiras pessoas chegaram
Um estudo da mais antiga amostra de ADN humano disponível na América sugere que os seres humanos chegaram ao Novo Mundo há relativamente pouco tempo, apenas cerca de 15 mil anos atrás. O ADN foi extraído de um dente com idade de 10,3 mil anos localizado em uma caverna na ilha Prince of Wales, ao largo do costa sul do Alasca, em 1996.
A amostra representa uma linhagem anteriormente desconhecida para as pessoas que chegaram inicialmente à América. As conclusões do estudo, publicadas na semana passada pela edição online do "American Journal of Physical Anthropology", determinaram algumas hipóteses quanto à forma pela qual os descendentes dos homens das cavernas do Alasca podem se ter espalhado pelo continente.
Comparando o ADN localizado no dente a amostras obtidas de 3,5 mil indígenas americanos, os pesquisadores constataram que apenas 1% das amostras estudadas ofereciam padrões genéticos que podiam ser equiparados aos da amostra pré-histórica. Os espécimes que se enquadravam estão distribuídos na costa americana do Pacífico, tanto na América do Norte quanto na do Sul, da Califórnia à Terra do Fogo, o extremo sul do continente. Isso sugere que os primeiros americanos podem ter se espalhado pelo Novo Mundo usando uma rota costeira.
A amostra representa uma linhagem anteriormente desconhecida para as pessoas que chegaram inicialmente à América. As conclusões do estudo, publicadas na semana passada pela edição online do "American Journal of Physical Anthropology", determinaram algumas hipóteses quanto à forma pela qual os descendentes dos homens das cavernas do Alasca podem se ter espalhado pelo continente.
Comparando o ADN localizado no dente a amostras obtidas de 3,5 mil indígenas americanos, os pesquisadores constataram que apenas 1% das amostras estudadas ofereciam padrões genéticos que podiam ser equiparados aos da amostra pré-histórica. Os espécimes que se enquadravam estão distribuídos na costa americana do Pacífico, tanto na América do Norte quanto na do Sul, da Califórnia à Terra do Fogo, o extremo sul do continente. Isso sugere que os primeiros americanos podem ter se espalhado pelo Novo Mundo usando uma rota costeira.
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